sexta-feira, 15 de março de 2013

Porque existem os bancos


Na época que após o escambo foi dado um valor de intercâmbio ao ouro e a prata, ficava complicado e arriscado viajar com tanto peso, pelo que surgiram astutos indivíduos que odiavam o trabalho e ofereciam guardar esses capitais entregando um certificado de depósito que permitia fazer gastos ao viajante, e quando os retirava pagava uma comissão.

A experiência ensinou a esses sujeitos que, dos depósitos de diversos cavalheiros se movimentava só 10%, e os 90% restante permanecia longo tempo em suas mãos. Aconteceu, então, de “emprestar” esses 90% em forma de 9 títulos que emitiam como reais exigindo onerosas garantias: terrenos, propriedades, fábricas, lojas, bens móveis, etc. Deste modo, foram se enriquecendo a custa dos devedores que não podiam devolver a tempo os empréstimos, principalmente pelo nível elevado dos interesses. E assim, já puderam se estabelecer em grandes locais com luxuosos escritórios e muitos empregados, chegando a ser o que conhecemos hoje.

Seu único risco, mínimo, é que todos os seus depositantes exijam a restituição de seus títulos ao mesmo tempo, pela qual não teriam que devolver (falta de liquidez). Ali pode se “produzir” sua quebra; não tanto pelos maus pagadores, dado que sempre terão garantias por valores muito superiores ao emprestado, mas por que não terão o ouro e a prata que exigirão todos os donos dos papéis ao mesmo tempo. Mas vale a pena, dado que o grande negócio é quando começam a emitir papéis acima dos 90% que podem devolver, pois no momento que esses títulos (hoje cheques) voltam, destroem-los ficando com tudo o adquirido em interesses.

Mais ainda, muitas vezes quem devolve esses títulos são também seus clientes e simplesmente os depositam no mesmo banco, com o qual o “dinheiro” que circulou só existiu nos livros do banco. Nunca foi dinheiro real, nem cédulas nem moedas.

Sendo claro, o que fazem é FALSIFICAR dinheiro. Os papéis que entregam em empréstimo não têm devolução, valem só pela confiança que tem o mercado neles, nada mais. Os falsificadores profissionais vão para a prisão, ainda que o montante seja muito pequeno. Os banqueiros não, embora que os montantes são “estratosféricos”. E isto apesar de que roubam todos os cidadãos sem que se escape ninguém, já que ao aumentar a massa do circulante real este diminui seu valor pela inflação que provocam. É como se metessem suas mãos nos bolsos de cada trabalhador.

Estes falsificadores impunes descobriram depois que podiam manejar as vidas dos povos entregando ou retirando esse crédito intangível do seu modo e do seu gosto. Quando recebiam crédito, os fabricantes pagavam suas máquinas, ferramentas e serviços, e os administradores por sua vez usavam esse “dinheiro” em seus negócios, e em gastos pessoais todos da mesma maneira. Assim se produzia muito e o comércio tinha bons estoques de mercadorias.

O público tinha muito dinheiro para comprar e os preços subiam, havia um “boom”. Ao retirar os créditos se produzia a deflação por que o dinheiro para comprar era muito pouco e os preços baixavam muito. Os empresários despediam empregados e trabalhadores, menos gente tinha dinheiro para seguir comprando, os fabricantes não tinham com que pagar os “interesses” que o banco exigia, exceto com sua produção a qual deviam liquidar para não perder suas garantias, no final adquiridas a vil preço pelos banqueiros, direta ou indiretamente.

Açambarcada já toda a produção possível e desapropriadas as garantias, os banqueiros voltavam a dar crédito, e assim passavam à escassez, à inatividade econômica e financeira e a deflação; esta última se convertia outra vez em inflação. Ao se normalizar os preços, os falsificadores legais vendiam as fábricas e as propriedades com grandiosos lucros. E começava tudo de novo até a próxima crise, com certeza planejada por eles.

Se produz um paradoxo: há crise por que há muitos produtos e as pessoas não tem dinheiro para comprá-los, ou seja: os cidadãos produtores e consumidores cometeram o erro de trabalhar muito e bem! Por isso têm que morrer de fome com os armazéns e bodegas repletos. Realidade aceita fatalmente por todos, como se estivessem bobos.

Resumindo, os banqueiros manejam as crises financeiras. E se os bancos estão quase todos em um só tipo de mãos, esse grupo de mãos anônimas decide quando e como vêm as recessões (período de declínio na taxa de crescimento econômico, contudo menos severo do que uma depressão) e as depressões (período de declínio acentuado no nível da atividade produtiva e do emprego) em todo mundo. Por que ao não poder vender os produtos confiscados aos devedores que não puderam pagar, e ao ter desemprego e inflação que reduziam o número de compradores, os produtos roubados legalmente eram vendidos para outros países. Daí para que os banqueiros de um país emprestassem para dos outros países é só um passo. E assim chegou o momento em que esse pequeno grupo que maneja o banco mundial esteve em condições de provocar crises que afetassem todo mundo.

Algumas citações que fortalecem o dito: “Permiti-me fabricar e controlar o dinheiro de uma nação, e já não me importa quem sejam seus governantes” Mayer Amschel Rothschild, criador da maligna dinastia.

“Poder imenso e despótica dominação econômica estão concentrados nas mãos de uns poucos. Este poder torna-se particularmente irresistível quando é exercido pelos que, controlando o dinheiro, governam o crédito e determinam sua concessão. Eles fornecem, por assim dizê-lo, o sangue de todo o corpo econômico, e a retiram quando lhes convém; como se estivesse em suas mãos a alma da produção de maneira que ninguém ouse respirar contra sua vontade” SS Pío XI em sua Encíclica “Quadragessimo Anno”. E o Papa é infalível (e incontestável)...

Isto é, todos os governos são meros fantoches do Money Power. Especialmente os EE.UU. e a Inglaterra, já que ambos há muito tempo que entregaram a fabricação e a economia de seu dinheiro à um grupo de banqueiros, os quais, além disso, controlam o ouro, o petróleo e os diamantes fixando seu preço e quotas de produção. Por que se criou uma fantasia: os governos não podem nem devem fabricar seu dinheiro, mas pedí-lo emprestado à entidades privadas que são responsáveis  pelos gastos de fabricação (papel, tinta e obra de mão), mas cobram “interesses” por seu uso; e ao fixar soberanamente a quantidade que produz pode aumentar ou diminuir a quantidade circulante iniciando inflações e deflações como melhor lhes apetecem. Nos EE.UU., dito grupo de bancos se chama Reserva Federal e na Inglaterra enganosamente Banco de Inglaterra.

Os Bancos Centrais dependem do Estado e, portanto, instigam o interesse público, os bancos privados são comerciais e instigam o interesse de seus donos. A “Fed” (FBI) e o Banco da Inglaterra são 100% privados. Portanto, não podem perseguir o bem-estar de seus concidadãos, como acreditam todos os ingênuos democratas.

Digamos, finalmente, que seus donos e chefes não são estadunidenses nem ingleses, nem chamam de Pátria nem um país de antes de 1948.

Tal como começamos terminaremos com uma pergunta, sem dar pistas para que cada um procure sua própria resposta:

QUEM serão então as “líderes-cabeças” destas 300 famílias? (relativo aos trezentos homens que são responsáveis pelo alto-poder judaico que mandam e desmandam na governância judaica mundial...)
fonte:http://www.nuevorden.net/portugues/b_59.html

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