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terça-feira, 5 de agosto de 2014

O que a “Democracia” trouxe de bom ao mundo?

Sob a égide de uma suposta libertação dos povos, os vencedores de 1945 empurraram sua democracia goela abaixo em todos os países em que conseguiram meter seu bedelho. Com esse pretexto, agrediram países, deflagraram guerras, praticaram genocídios. Coréia, Vietnã, Iraque, Afeganistão não nos deixam mentir.

Falam em mundo global sem fronteiras, mas favorecem o expansionismo de Israel, com constantes promessas de bilhões de dólares e foguetes de última geração a um estado usurpador, que expulsou de suas casas um povo inteiro, obrigando-o a viver no deserto.
Destruíram tradições e culturas. E o que lhes deram em troca? Seu colonialismo cultural, o chiclete, a Coca-cola, o mais desenfreado hedonismo.

Acusavam o fascismo de anular o indivíduo, mecanizando-o e suprimindo sua liberdade. Como se essa política não fosse especialidade exclusiva da Rússia de Stalin, sua grande aliada na Segunda Guerra. Enaltecem o sufrágio universal, que concede até a degenerados, bandidos e criminosos o direito de influir na escolha de um líder de nação. Trouxeram o individualismo e abençoaram a humanidade com a maconha, a cocaína, o crack e a heroína. E, de brinde, os traficantes, as crackolândias e as favelas.

Diziam que a forma como o fascismo lidava com os jovens era uma preparação para o militarismo. Exercícios físicos, disciplina, liderança, espírito de corpo, acampamentos com diversas atividades e mesmo organizações para crianças onde era ensinado o amor à pátria e aos pais, não agradavam aos plutocratas. Deste modo, os novos senhores do mundo impuseram seu “sistema”. Estimularam a rebelião, inverteram e subverteram valores morais, propagaram a permissividade, proclamaram aos quatro ventos que era proibido proibir. Criaram as chamadas sociedades alternativas, o sexo livre, a promiscuidade e a Aids.

Os guardiões da democracia combateram o “culto à personalidade” nacional-socialista. Para eles era um escândalo os povos admirarem e se espelharem em grandes líderes. Tudo fizeram para demonizar Mussolini, Hitler e seus aliados, com calúnias, anátemas e guerras. Substituíram as legiões fascistas com os Beatles, os Rolling Stones e as Madonas da vida. Todos regados a alucinógenos e LSD. Estes sim, grandes exemplos para o povo…

Com seus meios de comunicação de massa sufocaram e envenenaram corações e mentes. Com suas telenovelas e pornografia, erotizaram as crianças desde a mais tenra idade. Hoje as colocam, trajadas em roupas microscópicas, para exibi-las ao público, desfilando diante de escolas de samba. Isto feito, se dizem indignados com a pedofilia?

Criticavam a suposta busca pela perfeição física dos regimes autoritários. Incentivar o esporte e uma vida saudável era suspeito para esses senhores. “Tudo para mostrar a tal superioridade ariana”, é a explicação de sempre. Então criaram os concursos de halterofilismo movidos a anabolizantes e esteróides, e aplaudem as mães que dão Botox de presente a filhas de 18 anos.

Maravilhoso mundo democrático que trouxe o multiculturalismo devastador, a ditadura das minorias e marca a ferro todo orgulho nacional. Enviaram papai Noel para África e a Disneylândia para a Ásia.
Seus cientistas, com suas teorias bizarras, deformaram a própria concepção do espaço-tempo e seus filósofos relativizaram até a verdade. A única coisa real e concreta, dizem eles, é o suposto holocausto judeu.

Puseram em marcha seus asseclas contra a família. Facilitam o divórcio e o aborto. Promovem gigantescas manifestações gays (com dinheiro do contribuinte) e incentivam pais a levarem seus filhos a estes eventos.

Não seria de se admirar se, num futuro não tão remoto, criassem leis obrigando todos a serem homossexuais ou bissexuais. Ou outra nomenclatura mais moderninha. Talvez chegue o dia em que, quem não praticar sodomia seja preso como altamente suspeito. Ou ainda, seja rotulado e perseguido como preconceituoso e até neonazista. Quem sabe, sejam até mesmo enviados para Israel, o bastião da democracia no Oriente Médio, para serem julgados por crimes contra a humanidade.

Democracia. A palavra já é feia de por si, mas quando se entende seu real significado, se torna repugnante e imoral.

fonte:http://inacreditavel.com.br/wp/que-beneficios-a-democracia-trouxe-para-o-mundo/

segunda-feira, 28 de julho de 2014

O antifascismo como detergente para alternativos


Dizem que do porco se aproveita quase tudo. Pois do "fascismo" acontece algo similar, o que não deixa de ser toda uma coincidência favorável ao Sistema.

O "fascismo" é como uma espécie de bolsa de alfaiate onde se mete de tudo. O ETA é fascista, os sérvios são nazis, o PP tem reflexos fascistas, Anguita é acusado de social-fascista, a lei de estraneidade é fascista e a bomba atômica francesa também, tanto Le Pen como os integristas islâmicos são fascistas, há o eco-fascismo para condenar aos demasiado amantes da Natureza, e assim qualquer outro tema que desgoste o paladar democrático-liberal.


As palavras não assumem seu conteúdo real mas o significado que lhes dá as "mídias" da comunicação de massas. Assim não serviria de nada tentar explicar o que é realmente o fascismo às massas televisivas, são já irrecuperáveis para a verdade, pois vivem em um mundo de fantasia e mentira, no qual o do fascismo é o de menos. As mentiras do sistema são tão globais que se não compreendem o lixo que lhes vendem como "moral democrática-liberal" muito menos vão entender sutilezas políticas.

Mas ultimamente se está dando um novo uso à palavra "fascismo" que é realmente curioso, por estar protagonizado pelos próprios "fascistas", com o qual a confusão e desordem mental é já completo.

Tudo começou já há bastantes anos com as tentativas de montar uma Falange de "esquerdas", como resposta contrária ao lixo direitista que se havia convertido na Falange do franquismo.



Era evidente que somente uma brutal ruptura podia convencer as "gentes" de que aquela Falange de ultra-fascistas e ultra-direitistas que havia ocupado o posto oficial durante o franquismo NÃO era a "autêntica", mas um produto adulterado pelos militares e pelas classes conservadoras e reacionárias após a guerra civil. E a brutal ruptura aconteceu assumindo posturas de esquerda radical, tratando de serem "aceitos" entre os ácratas (anarquistas) ou heterodoxos da esquerda.

Mas não se conseguiu quase nada devido que a esquerda daqueles anos (finais dos 70) estava ainda centrada em Moscou e na ortodoxia marxista, eram também muito marxistas e pouco revolucionários, não entendia também o conceito de Sistema, mas que viam somente uma parte desse Sistema.

E por outra parte, certamente, essa Falange "Autêntica" não tinha nada de "autêntica"! Se falsa e corrompida havia sido a "direitização" da Falange promovida por Franco, Fernandez Cuesta, Pilar Primo de Rivera e demais chefes da falage-franquismo, também era "falsa", e absolutamente fora do sentido original, a Falange "autêntica" de uma esquerda liberal sem importância, espécie de mistura ou porção de bruxa novata, que não suportava a mais mínima comparação com os textos e o caráter inicial falangista.

Recordo que no CEDADE publicamos um livro "Falange, partido fascista" que provocou todo tipo de ameaças por parte de alguns falangistas do novo movimento. Como Secretário Geral do CEDADE e editor do livro escrevi advertindo-lhes que estava disposto a publicar quaisquer dados que demonstrasse que algo do que se dizia nesse livro era falso. Ou não nos responderam ou algum que outro escreveu dizendo que embora fosse verdade, dizer-lo era um ataque às suas tentativas de se distanciar-se do falangismo franquista.



Ou seja, que para deixar de ser direitistas deviam recorrer à mentira?! NÃO, se podia demonstrar claramente o caráter falso da Falange franquista, mas para isso deviam recorrer à sua essência, e então se descobria que a Falange realmente era mais um dos movimentos "fascistas" dos anos 20/30, e isso ainda era pior! Saíam das brasas franquistas para cair no forno crematório do "fascismo"!

Depois da queda do comunismo real e a ruína conseguinte da ideologia marxista como tal (fica o marxismo adulterado e deturpado da esquerda democrático-liberal à qual se converteu o comunismo moderno, mas isso é já Sistema puro), parecia que chegou o momento de criar uma frente contra o Sistema de novo, esta vez sem exclusões. Uma boa parte dos NR's mais radicais assumiram esta possibilidade como a única racional na política.

Mas quando se apresentam ao palanque público para propor uma frente unida contra o Sistema, livre dos ultra-fascistas e dos militarismos conservadores, livre dos marxismos liberais, radicalmente contra o sistema capitalista democrático-liberal que governa o mundo, as velhas costureiras do comunismo, educadas na Romênia com Ceaucescu e nos cursos de Praga, lhes recriminam todo o passado fascista e nazi destes NR's. Não são capazes de superar os velhos fantasmas do "anti-fascismo" profissional e continuam com a cantiga de "nazi, nazi!".

Nos pedem que esqueçamos seu passado de obedientes cortesãos de Brejnev e demais múmias tirânicas do comunismo-Movimento, mas não aceitam o passado de militantes fascistas.

Este é o drama dos NR's de esquerda. E então o Mago Merlín lhes anuncia que para estar "limpos" tem um "sabão milagroso": o "anti-fascismo". Sim, esse "anti-fascismo" que era como uma espécie de cola que unia todas as famílias de liberais e marxistas, desde os Gaullistas da direita aos troskystas. Todos eram disciplinados quando soava a trombeta, a chamada do "anti-fascismo". Essa mesma cola que se chama "bloco democrático" (ou republicano, segundo a nomenclatura oficial) estavam na França para votar contra Le Pen juntos comunistas e burgueses do Grande Capital gaullista.

O "anti-fascismo" como detergente para poder estar presente na festa social da política "limpa".

Não falamos do anti-ultra-fascista, ou seja, a denúncia e ruptura com os ultra-fascistas e nacional-direitistas, com os lixos reacionários de nacional-católicos ou os matadores pistoleiros do franquismo posterior, com as máfias de leiloeiros, com os vândalos disfarçados de skin ou com os pega-imigrantes... Com toda essa gentinha se pode e deve romper sem deixar de ser "fascista" no sentido essencial, mas por contra sendo-lo precisamente.



Não, o "anti-fascismo" é o que diz respeito à tudo o revolucionário e anti-sistema que nasce do fascismo original, o é contra a ESSÊNCIA anti-liberal e vitalista disso que se chamou "fascismo".

O que "limpa" do "anti-fascismo" é precisamente renunciar esse pensamento cruel, radical, e real que levou a meia Europa a enfrentar a democracia burguesa e o marxismo hasteando uma nova bandeira, uma nova ética e estética. Mas precisamente essa nova essência é a única coisa que pode dar uma alternativa ao Sistema de valores "modernos". Se nos limpamos no "anti-fascismo" perdemos essa essência, já não somos mais que um ramo asséptico (desinfectado) e sem valores, podemos entrar na "aliança de sociedade" pois já não trazemos o vírus mortal que tanto teme o Sistema.

Se perdemos a arte e a estética, a ética, a Cosmologia e a cultura do "fascismo" só nos resta a charlatanice politiqueira, as reclamações econômicas e a culturinha dos "rebeldes sem causa" do rock moderno. Isso não assusta o Sistema, ao contrário, é sua "outra cara", a do rebelde grotesco, sem contato popular, que pode ser compreendido perfeitamente no circo de rebeldes e sectários, loucos e alucinados soldados que montaram esta sociedade drogada e putrefata.



O que não aceitam é um movimento popular, baseado nas raízes étnicas e naturais do povo, que compreende a Natureza e a realidade, sem neurose, sem extravagâncias, com uma arte nova, e uma cultura séria. Este é o inimigo "fascista".

Limpar-vos com o "anti-fascismo" e sereis estéreis, havereis perdido precisamente a semente do novo mundo, levareis somente palavras e gritos, mas sem a terra, sem o Povo.

http://http://www.nuevorden.net/portugues/b_02.html