Carregando...

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Hitler viveu na Argentina?

                    Vale lembrar que esse video é produzido pela rede GLOBO, logo, pode ser apenas especulação

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

A Consciência Racial

Faz mais de 2.000 anos que estamos vendo como nossa raça está se destruindo e estamos chegando ao fim. Somos só 8% (esta cifra é um cálculo pessoal ou suposição do autor deste artigo, já que atualmente não se é possível saber a cifra exata de brancos no planeta) da população mundial. As mulheres brancas em idade de procriar são só 2%. Os brancos, em vez de estarem unidos, estão se enfrentando por assuntos alheios à nossa raça e ao nosso ser. Façamos um pouco de história, antes da cristianização da Europa, os povos brancos viviam em perfeita harmonia. Os gregos e romanos haviam atingido um grau de civilização, que nunca se superou. O tempo todo se estava em contínua criação e desenvolvimento. Ainda hoje em dia os grandes artistas, cientistas e filósofos olham à Grécia (berço da civilização branca).


Outros povos da Europa, que não haviam atingido tão alto grau de civilização, como por exemplo os vikings, igualmente se destacavam por seu sentido de honra, de dever e da consciência de sangue. Esta consciência, a de sangue, de raça, de povo, é a qual mantém viva uma raça, um povo, uma Nação. Com a perda da consciência racial, a Grécia se submergiu na degradação, na homossexualidade e na mistura racial. Com a chegada do cristianismo, a Europa foi campo de guerras religiosas que duraram centenas de anos. Milhões de pessoas morreram pelo simples fato de não adorar a deus (que era um deus estranho, para os antigos europeus). Acusados de satanistas, hereges e bruxas, milhares de brancos foram assassinados pela inquisição. Em nome de deus, católicos e protestantes se enfrentaram durante séculos, derramando sangue branco por toda a Europa. Ainda hoje em dia crianças brancos são vítimas de atentados, por fanáticos religiosos.

Quando uma raça se enfrenta, quando irmãos de sangue se matam em nome de um deus estrangeiro, esta raça teve perdido sua consciência de sangue. Nos convertemos em depredadores de nossa própria espécie. No Século XIX, quando parecia que as guerras religiosas haviam chegado ao seu fim, a Europa começou a se dividir e as nações inteiras se fracionavam em pequenos estados, as fronteiras políticas substituíram as fronteiras de sangue. Começam guerras fratricidas, que deixaram como conseqüência milhões de brancos mortos. No Século XX, duas guerras mundiais, levam a nossa raça ao abismo. A II Guerra Mundial foi uma guerra racial, a Alemanha Nacional Socialista, que graças a ADOLF HITLER, havia conseguido, pela primeira vez em dois mil anos, com que um povo recuperasse sua consciência de raça; foi vilmente atacada e destruída. Em nome da democracia e da "liberdade", os liberais, assassinaram milhões de inocentes.

O comunismo enfrentou os povos, se sucederam sangrentas guerras civis (exemplo:  Espanha) e 50.000.000 de brancos morreram antes e depois da revolução bolchevique. Hoje em dia nossa raça se degradou completamente. Defendemos os "direitos" dos pretos, judeus, indígenas, homossexuais, aidéticos, drogados, etc... Enquanto nossa raça é 8% da população mundial. E cada dia o número de brancos vai baixando. A falta de consciência racial levou à mistura racial, suicídio de nossa raça. Tudo o que forma o caráter de nossa raça, está se perdendo completamente. O número de casais inter-raciais continua aumentando, são mais as mulheres brancas que abortam que as que têm filhos. Estamos vendo como nossa raça está sendo exterminada por traidores e conspiradores, e cada dia que passa, nos aproximamos mais e mais do fim de nossa raça.
 
É muito tarde, para salvar nossa raça? Isto não sei, espero que não. Mas se não lutamos nem trabalhamos por nossa raça, seguramente seja nosso fim. Não devemos esperar que outros façam o trabalho que nos corresponde. Não podemos continuar esperando uma nova geração, em nossas mãos está o futuro de nossa raça. Não podemos continuar esperando um FÜHRER, jamais na história houve dois líderes em um mesmo Século, Adolf Hitler nos apontou o caminho, nos deixou um legado (herança), nós devemos finalizar a tarefa que se começou há de 60 anos: recuperar nossa CONSCIÊNCIA RACIAL.

Está bem falar de políticas econômicas, de justiça social, de revisionismo, mas o povo alemão na época do III Reich, não havia conseguido a felicidade e o bem-estar interior, como povo e como Nação, pelo fato de que o governo terminou com o desemprego, melhorou os salários, a qualidade de vida, etc... O povo alemão conseguiu a felicidade e o bem-estar interior, pois havia recuperado sua CONSCIÊNCIA DE RAÇA, de sangue, de povo, de nação. De nada serve continuar falando de políticas econômicas e sociais se nossa raça está em perigo de extinção. Muitos dizem, que não é conveniente falar do tema racial se não estamos no poder. Mas, é que não podemos esperar mais; nossa RAÇA e o futuro de nossas CRIANÇAS é atualmente nossa prioridade. E quem diz que o tema racial não tem importância ou que é secundário, não os considero camaradas.

Não quero e não pretendo desvalorizar os partidos políticos Nacional Revolucionários, apenas chamados pelos meios de "ultra-direita", que em suas filas se contam muitos brancos orgulhosos. Mas, estes ainda estão muito longe de conseguir um poder político, que possa atuar em benefício de nossa raça.

Devemos deixar de falar e entrar em ação. Propaganda, propaganda e propaganda. Isso é o primeiro, mostrar à nossa gente, que não somos maioria como os meios nos querem fazer acreditar mas que somos uma minoria e estamos em perigo de extinção. Através da propaganda, devemos tratar de conseguir com que nossa gente recupere sua CONSCIÊNCIA RACIAL. Que se sinta Orgulhoso de ser Branco, deste orgulho de suas raízes e de suas tradições, que defenda sua cultura, a sua família, as nossas mulheres e as nossas crianças que são o futuro de nossa Raça. Os ativistas brancos são uma minoria dentro de nossa Raça. Temos a nossa própria gente contra, e os meios, as forças policiais, nossos governos ocupados e os militantes de esquerda, libertários e homossexuais.

Devemos antes que nada nos unir, não andar cada um por seu lado, a UNIÃO nos dará a força, para começar esta luta. Desde há 2.000 anos a propaganda sionista tem lavado o cérebro de nossa gente, fazendo com que nos odiemos, que defendamos os "direitos" de outras raças antes que os nossos, que pelo fato de sermos brancos devemos sentir vergonha e nojo. Bem, em nós está o poder reverter esta situação, inundemos as ruas e as cidades com cartazes, adesivos, informativos, panfletos, pichações, etc... Publiquemos mags, jornais, páginas web; mas que não nos detenhamos no aspecto doutrinal e filosófico, vamos dar alternativas, conselhos, apoiemos os grupos em formação. Educar crianças e jovens, formar militantes compenetrados com nossa causa não brigalhões e mercenários.

Devemos estar em contínua R-evolução (com R maiúsculo), não devemos ficar unicamente na representação e estruturação da Alemanha dos anos 1930. Somos outra geração (talvez a última), estamos a finais de século e princípios de um novo. Temos em nossas costas sessenta anos de calúnias e difamações. Os judeus, traidores da raça e pretos têm mais poder que nunca. A situação atual difere em vários aspectos com a da Alemanha dos 30. A paralização e detenção é o pior que pode acontecer à um grupo revolucionário.

Devemos ser fortes, inteligentes, não devemos cair no sectarismo nem em formar grupos violentos. Queremos que nossa gente nos ame não que nos odeie. Violência, sim, mas unicamente para nos defender, não para ser circo da imprensa sionista. Não devemos odiar nem desprezar as demais raças, devemos amar a nossa. Nossa gente deve compreender que a igualdade não existe, que os brancos são diferentes dos pretos e estes por sua vez são diferentes dos amarelos. E nessa diferença, residem as virtudes de cada raça. Nossa luta é pelas sagradas 14 Palavras... "Devemos assegurar a existência de nossa Raça e um futuro para as Crianças Brancas". Terminemos com os micro-nacionalismos, lutas internas para ver quem é o "chefe", rivalidades e invejas, separados não chegaremos a nada, unidos ainda temos esperanças. Ninguém promete uma vitória, talvez nunca o consigamos, mas morreremos sabendo que pelo menos tentamos. Se nossa gente recupera sua consciência, se escuta o chamado de seu sangue, se se enche de orgulho e amor por nossa raça, não há dúvidas, o inimigo não poderá contra nós e sobre este planeta não haverá nunca mais épocas de escuridão. O progresso, a beleza e a civilização voltarão e será o começo de uma nova era de prosperidade e de avanços para nossa Raça.

fonte:http://www.nuevorden.net/portugues/a_13.html

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

sábado, 4 de janeiro de 2014

Triplica em 2013 número de haitianos ilegais que entram pelo Acre

Triplicou em 2013 o número de haitianos que chegaram ilegalmente ao Brasil por Brasileia, no Acre, e tiveram a situação regularizada pela Polícia Federal.
De janeiro até o início de setembro deste ano, o número de haitianos registrados na delegacia da cidade já chega a 6 mil, diz o delegado da PF Carlos Frederico Portella Santos Ribeiro. Em todo o ano de 2012, 2.318 haitianos pediram refúgio ao chegar a Brasileia sem visto.
A cidade acreana, que faz fronteira por terra com o Peru, é a principal porta de entrada de haitianos sem visto no país. Segundo a PF, Tabatinga (AM) também recebe os estrangeiros, mas as dificuldades encontradas por eles para entrar pelo município são maiores devido à necessidade de atravessar o Rio Solimões, fazendo com que o número seja bem menor.
Já a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos do Acre diz que antes os haitianos se dividiam em dois grupos ao chegar a Lima: um seguia para o Acre e outro ia até a cidade de Tabatinga. O órgão afirma, no entanto, que essa última rota parou de ser usada há cerca de 8 meses e agora todos chegam apenas pelo Acre.

“O número vem aumentando bastante neste ano. A cada dia tem uns 50 aqui na frente da delegacia”, afirma o delegado Ribeiro.
O representante da Secretaria de Direitos Humanos do Acre na cidade, Damião Borges, estima um número ainda maior de ilegais. Até 25 de setembro, ao menos 7.200 novos haitianos foram cadastrados no acampamento que os recebe na cidade. Desde 2010, afirma ele, são mais de 10.800.
A imigração ilegal teve início em janeiro de 2010, quando um forte terremoto deixou 300 mil mortos e destruiu grande parte do Haiti, o país mais pobre das Américas. Segundo dados da Agência de Inteligência dos EUA (CIA), a renda per capta no país é de cerca de US$ 3,6 por dia.

Em 2010, após o tremor, a delegacia da PF em Brasileia recebeu 37 haitianos. Em 2011, foram 982.
Só em abril deste ano, foram feitas 1.771 solicitações de visto por parte de haitianos. O governador Tião Viana (PT) decretou, inclusive, situação de emergência em razão da entrada descontrolada dos estrangeiros.

Segundo o delegado, no início do ano, o governo federal montou uma força-tarefa na cidade para acelerar a regularização dos imigrantes ilegais para que eles possam deixar mais rapidamente Brasileia e seguir para o restante do país.
Os haitianos ilegais chegam a Brasileia de ônibus e são orientados a procurar a delegacia da PF solicitando refúgio, preenchendo um questionário no próprio idioma e sendo entrevistados por policiais. A PF expede um protocolo preliminar que os torna "solicitantes de refúgio", obtendo os mesmos direitos que cidadãos brasileiros, como saúde e ensino. Eles também podem tirar carteira de trabalho, passaporte e CPF, sendo registrados oficialmente no país.
Após o registro na PF, a documentação segue para o Comitê Nacional de Refugiados (Conare) e para o Conselho Nacional de Imigração (Cnig), que abrem um processo para avaliar a concessão de residência permanente em caráter humanitário, com validade de até 5 anos.

Oficialmente, os haitianos não são considerados refugiados pela lei brasileira, que entende que o refúgio só pode ser concedido a quem provar estar sofrendo perseguição por motivos de raça, religião, nacionalidade, grupo social ou opiniões políticas em seu país. Devido ao grande fluxo de haitianos para o Brasil, o governo abriu uma exceção e concede a eles um visto diferenciado, tratando-os de forma diferente que outros imigrantes ilegais.
Mais de 400 haitianos continuam em Brasiléia (Foto: Reprodução TV Acre)Haitianos retiram documentação para ficar no
Brasil (Foto: Reprodução/TV Acre)
Damião Borges, coordenador do acampamento que acolhe os ilegais que ingressam por Brasileia, diz que a quantidade de haitianos que ainda estão chegando em 2013 surpreende.

“Ninguém percebe porque a região aqui é esquecida. A cada dia chegam em média uns 30. Alguns dias mais, outros menos. Com a aceleração do processo de emissão dos documentos, eles saem rápido, seguem para o resto do país para buscar trabalho. Só no último dia 18, foram 76 novos cadastrados que chegaram aqui ao acampamento. Ninguém segue para a PF sem ser cadastrado por nós", relata Damião.
Segundo o Cnig, em 2012, 4.682 receberam visto permanente de residência no país em caráter humanitário. Até junho de 2013, foram mais 870. Os demais processos continuam em andamento.

Rota difícil
Os imigrantes haitianos que chegam ilegalmente ao país saem, em sua maioria, da capital haitiana, Porto Príncipe, e vão de ônibus até Santo Domingo, capital da República Dominicana, que fica na mesma ilha. Lá, compram uma passagem de avião e vão até o Panamá. Da Cidade do Panamá, seguem de avião ou de ônibus para Quito, no Equador.
Por terra, vão até a cidade fronteiriça peruana de Tumbes e passam por Piura, Lima, Cuzco e Puerto Maldonado até chegar a Iñapari, cidade que faz fronteira com Assis Brasil (AC), por onde passam até chegar a Brasileia.
  •  
Haitiano Lyjeannot Verney (Foto: Rafael Fabres/Arquivo Pessoal)
Lyjeannot Verney, de 42 anos, é um dos imigrantes que chegaram ao Brasil por essa rota. Ele deixou o Haiti no último dia 9 de setembro e levou dez dias na viagem até o Acre, deixando para trás a mulher, quatro filhos, a mãe e uma irmã.
"No Haiti está mais ou menos. A República Dominicana tem investido lá, fazendo estradas. Tem trabalho, mas também tem muita gente sem trabalho", conta. Ele diz que tem saudades da família, afirma que a situação no Haiti não está tão ruim como antes, mas revela que busca uma oportunidade melhor no Brasil.
Ele divide com outros 750 compatriotas um abrigo mantido pelo governo do Estado na cidade de Brasileia, distante cerca de 237 km da capital. Verney trabalhava como operário da construção civil e quer pleitear uma vaga no aquecido mercado do país.
Para chegar até o Brasil, ele teve de desembolsar cerca de U$ 500 com "atravessadores", para conseguir passar por algumas cidades peruanas.
De acordo com Damião Borges, da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos, o valor pago é "até barato" em comparação ao que alguns atravessadores cobram. "Tem imigrante que paga mais de U$ 1 mil", diz.